sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mateus 10,16-23
Tema simplicidade e prudência na missão:
  
1º Somos enviados a darmos testemunho de Jesus todos os dias... Pois vivemos em meios de lobos... Só podemos testemunhar a salvação com prudência e simplicidade. (16; 18)...



2º Devemos confiar no Espírito do Pai... Pois Ele é nosso defensor, e falará por nós e em nós... (19-20)...



3º Quando escolhemos seguir o Mestre, seremos perseguidos e poderemos até ser entregues por nossos próprios familiares... (21-22)...



4º Mas devemos ser perseverantes, se quisermos ser salvos... (22-23)...


O testemunho exige de nós, fé, prudência, simplicidade e sobre tudo perseverança na missão de testemunhar a salvação que vem Deus, e a nossa missão é dirigida pelo próprio Espírito do Pai que está nos céus.
 Reflexão da Palavra de Deus
 Lucas 9,7-9; “Quem este Homem?”. Esta é a grande pergunta deste Evangelho...
*      Herodes; “Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?”
*      Alguns diziam ser João Batista
*      Outros diziam ser ele Elias
*      Ainda outros diziam que alguns dos profetas tinham ressuscitado
Herodes então não sabia o que pensar; “E queria ver Jesus”.
João 1,35-39; Viram onde Ele morava e permaneceram com Ele...
Quem é Jesus?
Em João 2,1-12; Jesus transforma água em vinho...
Quem é Ele?
Em João 4,46-54; Jesus cura o filho do funcionário de um Rei..
E quem é Jesus?
João 5,1-18; Jesus cura um paralítico na piscina de Betesda.
E o povo a perguntar quem é este homem?
João 6,1-15 Jesus multiplica os 5 pães e o 2 peixes e sacia a fome do povo.
E quem é este Jesus?
João 6,16-21; Jesus caminha sobre as águas.
Este Jesus é um fantasma por acaso? Então quem é Ele?
João 9,1-12; Jesus cura um cego de nascença;
Mas quem Jesus?
João 11,1-44; Jesus ressuscita Lázaro;
E todos ficam admirados com as atitudes e a prática de Jesus;
Mas quem é Ele?Esta é a grande pergunta que não quer calar para Herodes e para muitos de nós.
Coloquei aqui algumas atitudes de Jesus que precisamos olhar analisar para darmos a resposta certa, estes texto reflete os sete sinais de que fala João em seu Evangelho, sete é numero da perfeição na Bíblia...
Herodes procura ver Jesus. Mas não é fácil encontra ou ver Jesus, porque Jesus esta no meio do povo, e para vê-lo é preciso estar onde Ele esta. Herodes tem medo de ir ao encontro de Jesus no meio do povo. Os mestres da lei não entendem porque Ele come com os pecadores com a ralé.
Como podemos ver Jesus e ser por Ele encontrado tocado curado? Quem é Ele?
Em Atos 9,1-19 Paulo tem um encontro pessoal com Jesus. Lá Paulo vai entender como poderá encontrar e conhecer este Jesus que Herodes queria ver.
Jesus é Filho de Deus encarnado que veio para salvar a humanidade do pecado; é a palavra de Deus, o envido do Pai; Jesus é na verdade a presença Divina no meio da humanidade (Rosto Divino no homem e Rosto humano de Deus). A presença de Jesus é você sou eu, somos nós. A comunidade é presença do ressuscitado. Se quisermos ver Jesus devemos olhar para os nossos irmãos e irmãs que estão do nosso lado que caminha conosco. É preciso que queiramos ver Jesus, e para ver só tem um jeito olhar para os irmãos, sobre tudo os pobres fracos e indefesos, sem esta atitude jamais veremos ou encontraremos o nosso Mestre Jesus.
Herodes queria ver Jesus, mas não queria viver para servir os homens que são a imagem e semelhança do Pai do Filho e do Espírito Santo.
 Mas quem de fato é este Jesus? É o Caminho a verdade a Vida para todos nós.
 Mas cada um de nós tem que dar uma resposta sobre quem é Jesus e é preciso que a resposta seja para nós mesmos e aos outros, pois somos Cristãos filhos de Deus e seguidores do caminho que é o próprio Jesus...
  Hoje existe muitas propostas, e idéias a respeito de Jesus, mas nós devemos saber fazer a escolha, e ver o que é verdade  e o que não é. Para muitas pessoas hoje, Jesus, é apenas um quebrador de galhos, um curandeiro e muitos mais... Muitos Cristãos só vê Jesus quando Este lhes dá um carro uma mansão um iate e tudo que para nós é passageiros, mas nós devemos intender que Jesus é muito mais do que isso, Jesus como disse em cima é o Filho de Deus feito homem, é o libertador e Salvador.
  Jesus é nosso companheiro de viagem, Ele é o Caminho a Verdade e Vida...
"Jesus manso e humilde, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso". Amém.




Angelo Antônio Cezário 26-09-2013 Bairro Caramuru Rubiácea SP.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Para que as comunidades possam ser bem atendidas,em em função das diversas necessidades, a Igreja, sob inspiração do Espírito Santo, se organiza com diferentes ministérios. Aos leigos e leigas podem ser confiados ministérios e responsabilidades "para prestar auxilio a toda a iniciativa apostólica e missionária da comunidade eclesial". Destaque especial deve ser dado ao ministério da palavra, por meio do qual homens e mulheres tornam-se autênticos animadores de comunidades.

Para cumprir sua missão, eles precisam estar bem preparados, isto é, terem sólida formação doutrinal, pastoral e espiritual. Os melhores esforços das paróquias precisam estar voltados à convocação e a formação dos leigos e leigas das comunidades.(Uma nova Paróquia 216-217).

Hoje é indispensável a interação na qual a pessoa não é apenas informada, mas aprende a formar-se junto com os outros. Métodos, pedagogias interativas e participativas precisam ser desenvolvidos entre as lideranças cristãs,para que promovam a participação na comunidade. Essas metodologias devem considerar especialmente a prática das comunidades e as experiências de vida das pessoas, formando a consciência sobre o valor da vida comunitária para a vida cristã. (Uma nova Paróquia 220).

Para que as comunidades sejam renovadas, a catequese deve ser uma prioridade. Um novo olhar permitirá uma nova prática. A catequese, como iniciação à vida cristã, ainda é desconhecida em muitas comunidades. Neste sentido, os padres e os catequistas e a própria comunidade precisam de uma conversão pastoral. Isso implica em rever os processos de catequese das crianças, dos adolescentes, dos jovens e adultos.
Também agentes e lideranças da pastoral precisam de catequese permanente. Essa proposta de catequese está totalmente integrada à liturgia, à vida comunitária e à pratica da caridade.(Uma nov Paróquia 221). 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

“A missa não é um show e
o padre não é um animador
de auditório a modo de
Sílvio Santos, Faustão
ou Gugu Liberato.”


O que significa a Eucaristia?
A melhor definição de Eucaristia é – a
meu ver – “memorial da Páscoa do Senhor”.
Quando, na última ceia, Jesus instituiu a
Eucaristia, concluiu as palavras da instituição
dizendo: “Fazei isto em meu memorial”
(ou “em memória de mim” – o que vem a
dar no mesmo). Ora, a última ceia, segundo
narram os evangelhos sinóticos (Marcos,
Mateus e Lucas), foi uma ceia pascal, em
que o povo judeu fazia o memorial de sua
libertação do Egito, comendo ritualmente
um cordeiro imolado, o cordeiro pascal.
Cristo foi apresentado por João Batista como
o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do
mundo” (Jo 1,29). Ele é o verdadeiro Cordeiro
pascal. A libertação dos judeus do Egito
consistiu na passagem do Mar Vermelho.
Passaram da escravidão à liberdade e assim
se constituíram como povo, o povo de Deus.
Assim também a Páscoa de Jesus consistiu
na passagem da morte à vida, aquele que
fora crucificado ressuscitou. Quando celebramos
a Eucaristia, fazemos
o memorial dessa
Páscoa, ou seja, dessa
passagem do Senhor, da
morte à vida. “Memorial”
não é meramente uma
recordação nostálgica; é
uma celebração que nos
faz participar (não fisicamente,
mas sacramentalmente,
e assim realmente)
do mistério celebrado, ou seja, do mistério
pascal de Cristo. Com Cristo passamos
da morte à vida e nos constituímos como o
Corpo de Cristo que é a Igreja.

O que é transubstanciação e por
que ainda hoje ela causa tantos
questionamentos?
Transubstanciação é a mudança de toda a
substância do pão e toda a substância do vinho
na substância do corpo e do sangue de Jesus.
Essa é a definição correta, mas é demasiado
técnica. Hoje não se consegue mais entender
seu significado, já que a própria palavra-chave
“substância” tem na atualidade outra significação
do que outrora, no século XII, quando essa
palavra foi criada, ou no século XVI, quando o
Concílio de Trento a considerou sumamente
apta para expressar o mistério eucarístico.
Hoje, como vivemos influenciados pelas ciências
exatas, a palavra “substância” evoca, por
exemplo, uma substância química. Ora, uma
substância química é uma coisa que tem cheiro,
cor, forma, tamanho etc. Pois bem. “Substância”,
no sentido usado na palavra “transubstanciação”,
é exatamente o contrário disso.
Nesse sentido, “substância” se contrapõe a
“acidente”, e tudo aquilo que foi antes mencionado
(cheiro, cor, forma, tamanho) são acidentes!
E os acidentes são justamente o que não
muda na transubstanciação. O pão e o vinho
consagrados (seria melhor chamá-los de “eucaristizados”,
isto é, sobre os quais foi pronunciada
a oração de ação de graças, a Eucaristia)
continuam a ter o mesmo cheiro, a mesma cor,
o mesmo peso, enfim, as mesmas características
físico-químicas. Então o que mudou? Mudou a realidade última do pão e do vinho que,
embora do ponto de vista físico-químico continuem
a ser o que chamamos pão e vinho, do
ponto de vista metafísico já não o são; agora
são corpo e sangue de Cristo. No momento em
que o pão eucaristizado deixa de ser pão (por
exemplo, fica bolorento), já não é mais o corpo
de Cristo; no momento em que o vinho eucaristizado
deixa de ser vinho (por exemplo, azeda),
já não é mais o sangue de Cristo.


“A missa não é hora de
adoração do Santíssimo
Sacramento. Portanto é
completamente fora de lugar
pôr a hóstia num ostensório
e percorrer a Igreja”.


“É muito importante que
se saiba que a forma como,
até o séc. IX, se recebia
a comunhão era na mão.
Portanto, não se trata de
coisa moderninha, como

alguns imaginam.”

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Não pode haver dissonância entre o conselho paroquial de pastoral e o de assuntos econômicos. Para isso, o conselho paroquial de pastoral será formado por discípulos missionários. O conselho de assuntos econômicos, junto com toda comunidade paroquial, trabalhará para obter recursos necessários de maneira que a missão avance e se faça realidade em todos os ambientes.Para tanto, é urgente superar a mentalidade que prioriza construções e obras materiais e abdica de investir na formação das pessoas. Os leigos precisam ser apoiados, em suas comunidades, seja para a realização de cursos e encontros, seja para manter a unidade com a Diocese, seja aprofundar o conhecimento de seu serviço e de pastoral. (Estudos da CNBB 104 Uma nova paróquia...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Corrigir não é Humilhar


  Todos nós temos a obrigação de corrigir caridosa e carinhosamente quando ouvimos ou vemos algo errado, para que outro não peque e não venha a se perder. O grande problema é que corremos o risco de pecar também se deixarmos a nossa correção se transformar em uma oportunidade de humilhar o outro. Devemos criticar construtivamente porque queremos o bem da pessoa. No entanto, se a nossa critica for contaminada pela vingança, pelo ódio, pela a simples vontade de ver o mal do outro, eu estou destruindo-o e também cometendo pecado. Devo amar o irmão a ponto de corrigi-lo e não humilhá-lo. Em primeiro lugar, devemos devemos falar direto com a pessoa, em segredo. Em segundo lugar, deve haver necessidade,   utilidade e bondade. Isto é, se é necessária aquela critica, se é útil a minha correção e se sera bom para ela que eu aponte seu erro. Faça a si mesmo as perguntas: é realmente necessário corrigir? É útil? É bom? Vai trazer algum beneficio? Não? Então, cale-se. (Pe Juarez de Castro).'